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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

海岸を歩く


Sorry if I wrote something wrong.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Um pedacinho do Sul do Brasil

Semana passada estive no evento sobre a cultura gaúcha, a EXPOTCHÊ no RioCentro, e aproveitei para matar um pouco a saudade das tradições sulistas (mesmo não sendo uma legítima filha dos Pampas, posso me considerar uma cariúcha). ^^

O Rio Grande do Sul é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Localizado na Região Sul, possui como limites o estado de Santa Catarina ao norte, o oceano Atlântico ao leste, o Uruguai ao sul, e a Argentina a oeste, sua capital é o município de Porto Alegre.

O estado possui papel marcante na história do Brasil, tendo sido palco da Guerra dos Farrapos, a mais longa guerra civil do país. Sua população é em grande parte formada por descendentes de portugueses, alemães, italianos, africanos e indígenas. Em pequena parte por espanhóis, poloneses e franceses, dentre outros imigrantes. E por causa dessa mistura de culturas as danças gaúchas estão impregnadas do verdadeiro sabor campesino do Rio Grande do Sul; são legítimas expressões da alma gauchesca. Em todas elas está presente o espírito de fidalguia e de respeito à mulher, que sempre caracterizou o campesino riograndense. Ás vezes, também, a dança gaúcha é caracterizada por movimentos e sapateados fortes e até violentos. Em seus volteios exige grande esforço dos dançarinos, chegando em alguns casos, apresentar-se como um desafio de perícia, agilidade e audácia.

Danças Típicas



O Pezinho constitui uma das mais simples e ao mesmo tempo uma das mais belas danças gaúchas. A melodia do Pezinho, muito popular em Portugal e nos Açores, veio a gozar de intensa popularidade no litoral dos estados brasileiros de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Entre os gaúchos, a música do Pezinho amoldou-se à instrumentação típica, e adquiriu, graças a cordiona, mais vivacidade e alegria, ao mesmo tempo em que a coreografia se amoldou ao espírito da gente do litoral riograndense. É necessário frizar que o Pezinho é a única dança popular riograndense em que todos os dançarinos obrigatoriamente cantam, não se limitando portanto, a simples execução da coreografia. O Pezinho pertence a uma geração coreográfica especial, que se apresenta duas figuras características: na primeira figura, há uma marcação de pés e na segunda, os pares giram em redor de si próprios, tomados pelo braço. Desta forma o Pezinho riograndense é irmão da Raspa mexicana, do Chilbelri francês, do Herr-schimidt alemão, etc...Em relação à sua estouvada irmã mexicana e a seus robustos e desatinados irmãos europeus, o Pezinho sobressai pela ingenuidade com que fala e com que age. Sua ingenuidade e sua ternura é que fizeram a dança predileta dos tradicionalistas riograndenses.



Coreograficamente o Chote guardou de modo geral os passos da dança de origem, mas se enriqueceu de uma série de variantes- peculiares a determinados municípios rio- grandenses onde todos executam os mesmos movimentos ao mesmo tempo.



Dança em desafio, praticada apenas por homens. A chula tem bastante semelhança com o lundu sapateado, encontrado em outros Estados brasileiros. No sul, uma vara de madeira denominada lança e medindo cerca de 4 metros de comprimento é colocada no chão, como dois ou três dançarinos dispostos cada um em suas extremidades. Ao som da gaita gaúcha, executam diferentes sapateados, avançando e recuando sobre as mesmas. Após cada seqüência realizada, o outro dançarino deverá repeti-la e em seguida realizar uma nova seqüência, geralmente mais complicada que a do seu parceiro. Assim, vencerá o dançarino que perder o ritmo, encostar na vara ou não conseguir realizar a seqüência coreográfica desafiada pelo anterior.



E para terminar veio a dança com as boleadeiras que giram de forma coordenada indo de encontro ao chão, algumas vezes ditando o ritmo da apresentação, juntamente com um sapateado, conhecido como Malambo (contraponto de sapateado masculino, cada variação se chama mudança, e era usada em duelos). As apresentações são acompanhadas geralmente pelo instrumento Bumbo leguero, que é um instrumento de percussão do tipo membranofone, originário da Argentina.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Urban culture

Living in Rio de Janeiro gives us a dimension of art that have not found anywhere else.
Everywhere I see there is a form of cultural expression that fills the eye.Life in bubble culture here in the River Within the bus creates a personal rap, shopping at the outlet of a group gathers for a rock in the city streets it is colored with graffiti.

A city that takes its economy based on the third sector (services, trade) is full of places where you can learn to live more peaceful and more learning. I tend to leave little, but for those who love the Rio is full of art exhibitions, be it painting, sculpture or other. Museums everywhere, historical monuments at each corner we look,without speaking of the hallmarks of modern life in the country and that are reflected in the former imperial capital.

Not to mention in theaters, opera houses and crops. The city breathes culture.

But what most strikes me is the urban culture, which is in every corner of the town and out of "circuit" view. For example, public buildings and municipal agencies, have its facade graphite, giving a modern feel and leaving the default "gray building. " Congratulations who had this fantastic idea! And I wish other cities would do the same, giving more color and opportunity for alternative artists. Look at these pictures of Works Secretariat of Rio de Janeiro:

But not only in public buildings that graphite is present and represents the art. During the Yellow Line, a major access route between the West Zone and North Zone, there is, besides the graffiti viaducts in drawings of children of school age, who inspired in Rio created their masterpieces. It is the encouragement of art, imagination, creativity. And this is how other cities should see the art, as part of the life of the poor and rich, it stimulates the growth and self-esteem of the population.


Theatro of Rio de Janeiro

This is the Theatro Municipal of Rio de Janeiro.

The Theatro Municipal of Rio de Janeiro opened in July 14, 1909, and and it had the capacity to 1.739 spectators. To decorate the building have been called the most important painters and sculptors of the time as Eliseu Visconti, Rodolfo Bernardelli Amoedo and brothers. European artisans were also recruited to run stained glass and mosaics.

In its early days in the theater had only foreign companies and orchestras - especially Italian and French - until, in 1931, they created the Municipal Symphonic Orchestra of Rio de Janeiro.Hoje the home houses the Petrobras Symphony Orchestra and the Brazilian Symphony Orchestra and are presented mostly programs, dance and classical music.

In 2008 he started the restoration works and modernization for the centenary of the Theatre, contemplating the restoration of the roof, internal and external architecture and modernization of its facilities.

The restoration of the walls brought up work done 80 years ago, covered by the reform and even dust. Another surprise was the discovery of a secret passage. The inauguration took place on May 27, 2010.

More info:
Site Theatro Municipal of Rio de Janeiro (portuguese)
Info Theatro Municipal by Wikipédia (portuguese)